O hipotireoidismo é uma doença que afeta entre 8 e 20 milhões de brasileiros, e ocorre quando a glândula tireoide deixa de produzir a quantidade suficiente dos seus hormônios, chamados de T3 e T4.

A deficiência desses hormônios pode afetar diversas áreas do nosso corpo, inclusive o metabolismo, que geralmente apresenta queda significativa o suficiente para contribuir para o ganho de peso.

A prática de exercícios físicos para quem tem hipotireoidismo é importante para compensar os sintomas causados por essa enfermidade, porém deve ser feita com cuidado e respeitando alguns aspectos. Conheça tudo que pode e não pode para quem tem hipotireoidismo e entenda mais sobre essa doença tão comum!

O que é o hipotireoidismo?

O hipotireoidismo é uma das doenças endócrinas mais comuns, caracterizado pela baixa produção de hormônios tireoidianos, produzidos, como o nome diz, pela tireoide. Essa falta resulta em alguns sintomas como aumento do peso, cansaço, dores nas articulações, queda de cabelo e até diminuição dos batimentos cardíacos.

Esses sintomas são consequência direta do prejuízo das atividades biológicas que dependem do estímulo dos hormônios tireoidianos para ocorrerem de maneira saudável, podendo resultar em queda do metabolismo, dificuldade de concentração e até depressão.

Quanto menor forem os níveis de T3 e T4, mais graves serão os sintomas, e em crianças o hipotireoidismo pode interferir também no desenvolvimento, resultando no atraso na puberdade ou em baixa estatura, por exemplo.

Tratamento e exercícios

Apesar de ser um problema comum e que gera diversos sintomas, o tratamento do hipotireoidismo é bem simples: a reposição dos hormônios que não foram produzidos pela tireoide.

É feito o uso da levotiroxina, que é o hormônio T4 sintético (produzido em laboratório) e, no nosso organismo, o T4 é convertido em T3 nos tecidos e órgãos. Desse modo os hormônios tireoidianos são regulados.

O tratamento com a levotiroxina reduz significativamente a presença dos sintomas da doença, e aqui a prática de exercícios desempenha um papel vital para um bom gerenciamento do hipotireoidismo.

É importante pontuar que pacientes com hipotireoidismo que não estão em tratamento apresentam um enorme risco de rabdomiólise (quebra de fibras musculares) ao praticarem exercício, além, é claro, das dores musculares e fadiga que dificultam muito. Por isso é preciso normalizar seus níveis hormonais adequadamente antes de praticar exercícios.

Exercícios para quem tem hipotireoidismo

A prática regular de exercícios físicos é muito importante para quem tem hipotireoidismo, pois ajuda no gerenciamento dos sintomas. Aumento do metabolismo, melhora do humor e perda de peso são apenas alguns dos benefícios.

Uma vez que o paciente já está em tratamento, recomenda-se exercícios cardiovasculares de baixo impacto, como ciclismo, natação, treinamento elíptico e caminhada. Dependendo do seu condicionamento físico você pode conversar com seu médio sobre como avançar para exercícios cardio mais intensos, como corrida.

Não há exercícios proibidos para quem tem hipotireoidismo e está em tratamento, é preciso apenas pegar leve no começo e entender que seu corpo não está em condições de aguentar um treino mais pesado. Lembre-se sempre de consultar um profissional de saúde (de preferência um endocrinologista) para avaliar sua função hormonal.

E o ganho de massa muscular?

Quando seu corpo já estiver avançado no tratamento e acostumado à rotina de exercícios, é possível pensar em ganho de massa muscular. Para isso, quem tem hipotireoidismo deve aliar uma dieta balanceada (com boas proteínas) à um plano de exercícios voltados ao ganho de massa muscular, como musculação por exemplo.

Os exercícios devem ser realizados em uma quantidade de horas adequada às limitações do seu corpo, e os níveis hormonais tireoidianos devem sempre ser monitorados. É recomendando também não ingerir bebidas alcoólicas nem fumar.

O hipotireoidismo é uma condição em que o corpo vai ficando cada vez mais fatigado e dolorido, por isso os exercícios físicos, mesmo que em níveis moderados, são tão importantes.

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